Corintiano é condenado a 16 anos por morte de palmeirense
Carlos Roberto de Britto Júnior é apontado como autor da morte de Guilherme Jovanelli Moreira, de 19 anos, em 2012; outros oito réus foram absolvidos
Agência SBT, SBT News
Guilherme Moreira e André Lezo, que morreram em confronto com corintianos em 2012. | Reprodução
O Tribunal do Júri condenou Carlos Roberto de Britto Júnior a 16 anos e 4 meses de prisão, em regime inicial fechado, pela morte do torcedor do Palmeiras Guilherme Vinicius Jovanelli Moreira, de 19 anos. O julgamento ocorreu nessa terça-feira (6), no Foro Central Criminal de São Paulo.
O julgamento dos 10 torcedores corintianos acusados de participar da morte de dois palmeirenses em 2012, durante uma briga entre torcidas na zona norte de São Paulo, terminou com a condenação de um dos réus e a extinção da punição de outro por prescrição.
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Os jurados reconheceram a responsabilidade de Carlos pelo homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e uso de meio cruel. A sentença determinou a execução imediata da pena e a expedição de mandado de prisão.
Carlos também respondia pela morte de André Alves Lezo e por associação criminosa, mas foi absolvido dessas acusações. Segundo a sentença, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria no caso de Guilherme, mas votou pela absolvição de Carlos em relação à morte de André.
Mário Batista teve a acusação referente à morte de Guilherme desclassificada de homicídio qualificado para rixa qualificada. Como a pretensão punitiva pelo crime estava prescrita desde 14 de junho de 2026, a Justiça declarou extinta a punibilidade. Ele também foi absolvido das acusações relacionadas à morte de André e de associação criminosa.
Outros oito réus — Antonio Alan Souza Silva, Reinaldo Gilberto Alves, Douglas Deungaro, Rodrigo Reinaldet Daher, Rodrigo de Azevedo Lopes Fonseca, Marcelo Eduardo Rodrigues Sales, Wagner da Costa e Mario José Carneiro Pieroni — foram absolvidos das acusações de homicídio e associação criminosa.
A sentença também determinou a apuração de possível falso testemunho atribuído a uma pessoa ouvida durante o processo.
O julgamento envolveu 10 integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel acusados de participação em uma briga entre torcedores de Corinthians e Palmeiras ocorrida em 25 de março de 2012, na Avenida Inajar de Souza, na zona norte de São Paulo.
O confronto, que ficou conhecido como “Batalha da Inajar”, terminou com as mortes de André Alves Lezo, de 21 anos, e Guilherme Vinicius Jovanelli Moreira, de 19 anos. O processo levou os 10 acusados ao Tribunal do Júri.
A sentença estabeleceu ainda que, no caso de Carlos, a condenação deveria ser executada imediatamente. A decisão cita entendimento do Supremo Tribunal Federal segundo o qual a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri permite a execução imediata da condenação.
Corintiano é condenado a 16 anos por morte de palmeirenseCarlos Roberto de Britto Júnior é apontado como autor da morte de Guilherme Jovanelli Moreira, de 19 anos, em 2012; outros oito réus foram absolvidosBrasil2026-10-07T13:50:58.848ZO Tribunal do Júri condenou Carlos Roberto de Britto Júnior a 16 anos e 4 meses de prisão, em regime inicial fechado, pela morte do torcedor do Palmeiras Guilherme Vinicius Jovanelli Moreira, de 19 anos. O julgamento ocorreu nessa terça-feira (6), no Foro Central Criminal de São Paulo. O julgamento dos 10 torcedores corintianos acusados de participar da morte de dois palmeirenses em 2012, durante uma briga entre torcidas na zona norte de São Paulo, terminou com a condenação de um dos réus e a extinção da punição de outro por prescrição. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Os jurados reconheceram a responsabilidade de Carlos pelo homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e uso de meio cruel. A sentença determinou a execução imediata da pena e a expedição de mandado de prisão. Carlos também respondia pela morte de André Alves Lezo e por associação criminosa, mas foi absolvido dessas acusações. Segundo a sentença, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria no caso de Guilherme, mas votou pela absolvição de Carlos em relação à morte de André. Mário Batista teve a acusação referente à morte de Guilherme desclassificada de homicídio qualificado para rixa qualificada. Como a pretensão punitiva pelo crime estava prescrita desde 14 de junho de 2026, a Justiça declarou extinta a punibilidade. Ele também foi absolvido das acusações relacionadas à morte de André e de associação criminosa. Outros oito réus — Antonio Alan Souza Silva, Reinaldo Gilberto Alves, Douglas Deungaro, Rodrigo Reinaldet Daher, Rodrigo de Azevedo Lopes Fonseca, Marcelo Eduardo Rodrigues Sales, Wagner da Costa e Mario José Carneiro Pieroni — foram absolvidos das acusações de homicídio e associação criminosa. A sentença também determinou a apuração de possível falso testemunho atribuído a uma pessoa ouvida durante o processo. O caso O julgamento envolveu 10 integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel acusados de participação em uma briga entre torcedores de Corinthians e Palmeiras ocorrida em 25 de março de 2012, na Avenida Inajar de Souza, na zona norte de São Paulo. O confronto, que ficou conhecido como “Batalha da Inajar”, terminou com as mortes de André Alves Lezo, de 21 anos, e Guilherme Vinicius Jovanelli Moreira, de 19 anos. O processo levou os 10 acusados ao Tribunal do Júri. A sentença estabeleceu ainda que, no caso de Carlos, a condenação deveria ser executada imediatamente. A decisão cita entendimento do Supremo Tribunal Federal segundo o qual a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri permite a execução imediata da condenação. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/corintiano-e-condenado-a-16-anos-por-morte-de-palmeirense
Questionado sobre declaração de ontem em que prometeu "mudar" o texto constitucional, pregou respeito à política e disse que "várias PECs são possíveis"