Brasil

Caiado: Gakiya topa conversar após aposentadoria

Promotor recebeu convite para comandar eventual Ministério da Segurança, mas só poderá se posicionar após deixar o cargo no Ministério Público de São Paulo

M
Avatar de Isabelle Saleme
Murillo Otavio, Isabelle Saleme
Ronaldo Caiado, candidato a presidente pelo PSD | Reprodução/PSD

Ronaldo Caiado, candidato a presidente pelo PSD | Reprodução/PSD

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) disse, nesta quinta-feira (13), que o promotor de Justiça Lincoln Gakiya não demonstrou resistência ao convite para integrar um eventual governo. Segundo Caiado, o promotor não deu uma resposta concreta porque ainda exerce o cargo público em São Paulo.

📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.

“O Lincoln Gakiya não teve resistência. Vamos deixar claro, não houve resistência. O que o Gakiya disse foi o seguinte: ‘Candidato, eu sou promotor até o final de novembro, não posso me posicionar até lá. Depois da minha aposentadoria, terei condições de conversar’. Não há uma resposta dele dizendo que não assumirá; ele disse que não pode responder diante do cargo. Eu respeito a posição dele”, afirmou Caiado durante seminário promovido pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

Uma das principais referências do país no combate ao crime organizado, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya recebeu o convite para assumir o eventual Ministério da Segurança Pública caso Caiado vença as eleições. Gakiya deu a entender que não deve aceitar o convite de imediato, já que integrantes do Ministério Público não podem exercer atividade político-partidária enquanto estão na ativa.

Em outro momento, Caiado também criticou a ausência de presidenciáveis em debates eleitorais. Para ele, a decisão de não participar dos encontros deveria ser punida. “Deveria haver uma regra na legislação eleitoral: candidato que disputa eleição majoritária e não queira realmente participar de debates deveria ter o registro da sua candidatura cancelado”, disparou.

Por fim, o presidenciável também atacou o PT ao lembrar que o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana, está incluído nas investigações sobre o recebimento de propina.

Últimas notícias