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Augusto Melo é expulso do quadro de sócios do Corinthians

Após expulsão de ex-presidente, Gaviões da Fiel critica gestão e cobra mudanças no clube

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Naiara Ribeiro, Agência SBT
Augusto Melo é expulso do quadro de sócios do Corinthians | Reprodução Agência Corinthians/Rodrigo Coca

Augusto Melo é expulso do quadro de sócios do Corinthians | Reprodução Agência Corinthians/Rodrigo Coca

O ex-presidente do Sport Club Corinthians Paulista, Augusto Melo, foi expulso do quadro de sócios do clube em reunião feita na noite de segunda-feira (1º). A decisão ocorre em meio a acusações de supostas irregularidades ligadas à sua gestão.

Após a expulsão, a torcida organizada Gaviões da Fiel divulgou uma nota criticando Augusto Melo e afirmando que ele teria quebrado a confiança da torcida e colocado interesses pessoais acima do clube. O grupo também lembrou que três ex-presidentes foram expulsos do quadro associativo recentemente, incluindo Andrés Sanchez, e cobrou mudanças na forma como o Corinthians é administrado.

A organizada disse ainda que vai acompanhar de perto a gestão do atual presidente, Osmar Stabile, e dos demais dirigentes.

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Em vídeo nas redes sociais, Augusto Melo respondeu às críticas. Ele afirmou que assumiu o Corinthians em 2024 em uma situação financeira difícil e disse que as contratações feitas durante sua gestão tiveram aval dos setores financeiro e jurídico do clube.

Segundo ele, houve aumento de receitas, regularização de dívidas e pagamento de obrigações trabalhistas ao longo da gestão.

O ex-presidente citou ainda conquistas esportivas no período, como títulos do Campeonato Paulista, da Copa do Brasil e da Supercopa, e afirmou que os resultados demonstram que o planejamento adotado foi correto.

Em paralelo, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Augusto Melo e Leonardo Fogaça Pantaleão, integrante do Conselho Deliberativo do clube, regularizem em até 15 dias o pagamento das custas de um processo que tramita na capital paulista e tem o ex-presidente como autor.

Segundo a decisão, os valores devem ser pagos pelo sistema eletrônico do tribunal, o EPROC, sem uso de bancos. O documento também orienta que pedidos de Justiça gratuita sejam feitos dentro do próprio processo ou por meio de emenda à petição inicial.

O tribunal ainda informou que valores pagos por sistemas anteriores podem ser devolvidos, conforme regras já estabelecidas. Também explicou que parte dos processos segue em transição para o novo sistema eletrônico.

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