7 de setembro tem manifestações do Grito dos Excluídos
Diversas capitais espalhadas pelo país receberam atos em defesa das minorias

Café da manhã distribuído para moradores em situação de rua, em São Paulo
Movimentos sociais, pastorais e partidos de esquerda fizeram atos do Grito dos Excluídos, nesta 5ª feira (7.set), pelo Brasil.
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Em São Paulo, um café da manhã foi distribuído para pessoas em situação de rua. A manifestação reivindicou o fim da privatização de serviços públicos e cobrou direitos fundamentais para a população, como educação, alimentação e moradia. "O importante é olhar no dia da pátria para os mais pobres, para aqueles que não tem acesso a alimentação, água, moradia, terra, trabalho", afirmou o padre Júlio Lancelotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua.
Outras capitais também tiveram protestos.
A falta de moradia também foi o tema do ato em Goiânia. Famílias que vivem em ocupações exigiram direitos básicos, como o funcionamento de postos de saúde.
Em Salvador, uma caminhada foi organizada em direção à Praça Castro Alves. Entre os manifestantes, um grupo de quilombolas levou um cartaz cobrando a titulação das terras que ocupam.
Já no Recife, os servidores da educação se uniram ao protesto e cobraram a valorização da categoria, com reajuste de salários.
"Você tem fome e sede de quê, na Amazônia?" foi o tema escolhido para o ato do Dia dos Excluídos em Belém. Faixas e cartazes lembraram da violência na região, com destaque para vítimas como o indigenista brasileiro Bruno Araújo e o jornalista britânico Dom Philips, mortos em junho de 2022.














