Jornalismo

Alemães defendem fim da guerra, mas criticam envio de armas à Ucrânia

Manifestantes defenderam que ajuda militar pode aproximar mundo da Terceira Guerra Mundial

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Protesto resultou na mobilização de 1,4 mil funcionários da segurança pública para garantir a ordem | Reprodução/Twitter rebeccacollard
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Mais de 10 mil pessoas foram às ruas de Berlim, neste sábado (25.fev), para protestar contra o envio de armas da Alemanha à Ucrânia. A ação, que também defende o fim da guerra, acontece um dia após o conflito completar um ano, momento em que o governo local garantiu o fornecimento de novos pacotes militares à Kiev.  

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"Apelamos ao chanceler para que ponha termo à escalada das entregas de armas. Ele deve liderar uma forte aliança para um cessar-fogo e negociações de paz nos níveis alemão e europeu. Cada dia perdido custa até 1.000 vidas a mais e nos aproxima de uma Terceira Guerra Mundial", disseram os organizadores do protesto, em comunicado.

O protesto resultou na mobilização de 1,4 mil funcionários da segurança pública para garantir a ordem, bem como proibir a movimentação de bandeiras, canções e símbolos russos e soviéticos. Pelas ruas, os manifestantes gritavam "não à guerra: tropas russas fora da Ucrânia, não à intervenção da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte]".

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Juntamente com os Estados Unidos, a Alemanha tem sido um dos maiores fornecedores de armas para a Ucrânia. Na 6ª feira (24.fev), por exemplo, a Casa Branca anunciou o envio de drones, munições, canhões e sistemas de foguete ao país, além de implementar sanções contra 200 indivíduos e entidades russas e que apoiam Moscou.

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