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FGTS futuro: fundo pode ajudar a complementar parcelas da casa própria

Em caso de desemprego, porém, pagamento das mensalidades pode ser comprometido; entenda

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O Governo Federal criou uma nova regra para uso do Fundo de Garantia no financiamento da casa própria: o FGTS futuro, valor que correspondente aos mesmos 8% do salário do trabalhador, mas que ainda não foi depositado na conta do trabalhador. De acordo com a medida, esse dinheiro agora poderá ser usado para compor a prestação de um imóvel.

A nova regra vai atender quem tem renda bruta mensal de até R$ 2.400. A vantagem está em permitir acesso a imóveis com prestações maiores, como explica o professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Joelson Sampaio.

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"Uma renda que te permite um financiamento, por exemplo, de até R$ 445, R$ 450, você vai ter agora a opção de chegar até R$ 600 em termos de parcela ao mês, com esse complemento", diz o especialista.

Os riscos para quem contratar o FGTS futuro estão na taxa de juros elevada, no endividamento das famílias e no desemprego. Os recursos ficam comprometidos para o pagamento das mensalidades, mesmo que o trabalhador seja demitido.

"Esse é um risco importante, a perda do emprego. Primeiro, porque a pessoa vai ter a suspensão do depósito do Fundo de Garantia e, depois, ele não vai ter aquele depósito para ser utilizado. Então, ela vai ter que renegociar", acrescenta o professor Joelson Sampaio.

A modalidade só deve estar à disposição do público dentro de 90 dias.

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