Caso Marielle: irmãos Brazão e ex-chefe da Polícia Civil do RJ serão transferidos para presídio federal em Brasília
Presos chegam ainda neste domingo (24) à capital federal; operação Murder Inc. mirou suspeitos de mandar matar vereadora
F
Felipe Moraes
24/03/2024, 16:00 • Atualizado em 24/03/2024, 19:46
compartilhar
O deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), Domingos Brazão, irmão do parlamentar e conselheiro do Tribunal de Contas estadual, e o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, serão transferidos pela Polícia Federal (PF) para a Penitenciária Federal em Brasília ainda neste domingo (24).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa: irmãos são suspeitos de mandar matar Marielle, enquanto delegado também é acusado de obstruir investigação
Os irmãos Brazão e o delegado foram presos na operação Murder Inc., da PF, por suspeita de mandar matar a vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018. O motorista Anderson Gomes também foi assassinado no crime. Barbosa ainda é acusado de obstruir a investigação.
A força-tarefa de hoje ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro. A investigação também apura crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça.
Prisões ocorrem após delação e caso chegar ao STF
O caso Marielle e Anderson ganhou novos desdobramentos nos últimos dez dias, desde que os assassinatos completaram seis anos.
A investigação chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) após ser identificado o suposto envolvimento de uma pessoa com foro privilegiado. O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado relator do caso.
Na semana passada, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anunciou que o caso seria concluído "em breve". Também informou que a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, um dos executores do crime e assassino confesso de Marielle e Anderson, foi homologada pelo STF.
Lessa deu nomes dos supostos mandantes e detalhou as motivações do crime. Na última terça (19), reportagem do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, apontou que Lessa citou, na delação, o deputado Chiquinho Brazão como mandante da morte da vereadora.
Em nota, ele negou, dizendo que tinha "convívio amistoso e cordial" com Marielle.
Caso Marielle: irmãos Brazão e ex-chefe da Polícia Civil do RJ serão transferidos para presídio federal em BrasíliaPresos chegam ainda neste domingo (24) à capital federal; operação Murder Inc. mirou suspeitos de mandar matar vereadora Cidades2024-03-24T16:00:04.842ZO deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), Domingos Brazão, irmão do parlamentar e conselheiro do Tribunal de Contas estadual, e o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, serão transferidos pela Polícia Federal (PF) para a Penitenciária Federal em Brasília ainda neste domingo (24). Os irmãos Brazão e o delegado foram presos na operação Murder Inc., da PF, por suspeita de mandar matar a vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018. O motorista Anderson Gomes também foi assassinado no crime. Barbosa ainda é acusado de obstruir a investigação. A força-tarefa de hoje ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro. A investigação também apura crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Prisões ocorrem após delação e caso chegar ao STF O caso Marielle e Anderson ganhou novos desdobramentos nos últimos dez dias, desde que os assassinatos completaram seis anos. A investigação chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) após ser identificado o suposto envolvimento de uma pessoa com foro privilegiado. O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado relator do caso. Na semana passada, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, . Também informou que a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, um dos executores do crime e assassino confesso de Marielle e Anderson, foi homologada pelo STF. Lessa deu nomes dos supostos mandantes e detalhou as motivações do crime. Na última terça (19), reportagem do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, apontou que Lessa citou, na delação, o deputado Chiquinho Brazão como mandante da morte da vereadora. Em nota, ele negou, dizendo que tinha "convívio amistoso e cordial" com Marielle.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/caso-marielle-irmaos-brazao-e-ex-chefe-da-policia-civil-do-rj-serao-transferidos-para-presidio-federal-de-brasilia
Maioridade penal: relator propõe celas separadas a menores
Mendonça Filho, relator da proposta de redução da maioridade penal, diz que texto deve prever celas separadas para menores e texto pode ir a referendo popular