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Polícia

PF deve emplacar diretor na chefia do Coaf, que identifica atividades financeiras suspeitas

Ricardo Saadi deve ser indicado por Gabriel Galípolo nos próximos dias; Dennis Calli é cotado substituí-lo na Polícia Federal

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Ricardo Saadi (à esquerda) e Dennis Cali (à direita) são delegados da PF | Tomaz Silva/Agência Brasil e Reprodução/PF
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A direção da Polícia Federal (PF) deve emplacar Ricardo Andrade Saadi, atual diretor de Combate ao Crime Organizado e Corrupção, como presidente do Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf). A decisão é do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. + PF faz operação contra quadrilha suspeita de falsificar cigarros com trabalho análogo à escravidão

Segundo apurou o SBTNews, as negociações para indicação de Saadi estão avançadas, apesar de seu nome enfrentar resistências de aliados do governo Lula (PT) por ampliar o poder dos policiais federais em outros órgãos.

A PF tem delegados espalhados em postos de comando em alguns órgãos ou autarquias como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Ministério da Justiça e a Defensoria Pública Federal.

+ "Abin paralela": PF pede 30 dias para finalizar inquérito e deve entregar relatório em março Internamente, a cúpula se prepara para colocar o delegado Dennis Cali, ex-superintendente da PF no Ceará no governo do hoje ministro Camilo Santana (PT), em sua vaga de diretor. Cali atualmente está na corporação em São Paulo.

A Diretoria de Investigação de Combate ao Crime Organizado e Corrupção (Dicor) é um dos setores que mais concentram inquéritos sensíveis, como, por exemplo, casos sobre desvios de emendas parlamentares e apurações sobre corrupção de congressistas.

Um dos setores que relevância na Dicor é o CINQ (Coordenação de Inquérito de Tribunais Superiores), que investiga apenas casos de pessoas com foro privilegiado ou com processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) ou no STJ (Superior Tribunal de Justiça).

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