Trump desembarca na China e leva CEO da Nvidia
Jensen Huang embarcou de última hora; Nvidia enfrenta dificuldade para vender chips de inteligência artificial aos chineses



SBT News
com informações da Reuters
Donald Trump e uma comitiva que inclui Jensen Huang, da Nvidia, e Elon Musk, foram recebidos em Pequim nesta quarta-feira (13), enquanto o presidente norte-americano se prepara para pedir a Xi Jinping que "abra" o país para os negócios dos EUA.
Trump busca obter algumas vitórias econômicas na primeira visita de um presidente dos EUA à China em quase uma década e manter uma frágil trégua comercial para sustentar os índices de aprovação pública abalados por sua guerra com o Irã.
O presidente dos EUA foi recebido por representantes do governo chinês, com uma formação militar ao desembarcar do Air Force One.
Parando no meio do tapete vermelho enquanto estudantes cantavam "bem-vindos" em mandarim, Trump deu um soco no ar e sorriu antes de partir em sua limusine.
Os CEOs que acompanham Trump são de empresas que buscam resolver problemas comerciais com a China, como a Nvidia, que tem enfrentado dificuldades para obter autorização regulatória para vender seus poderosos chips de inteligência artificial H200 no país.
Trump pediu a Huang de última hora que se juntasse à viagem, disse uma fonte à Reuters. Ele foi visto embarcando no Air Force One durante uma escala para reabastecimento no Alasca, a caminho de Pequim.
"Vou pedir ao Presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que essas pessoas brilhantes possam fazer a sua magia", disse ele numa publicação na rede social Truth Social, referindo-se à delegação de CEOs. "Esse será o meu primeiro pedido."
China
Questionado sobre a publicação e Trump, Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse que Pequim está pronta para "expandir a cooperação, administrar as diferenças e injetar mais estabilidade e certeza no mundo turbulento".
Os dois dias de reuniões de Trump incluirão uma grande recepção no Grande Salão do Povo, uma visita ao complexo religioso imperial do Templo do Céu, em Pequim, com 600 anos de história , e um banquete de Estado.
Além do comércio, as negociações abordarão uma série de assuntos delicados, desde a guerra com o Irã até a venda de armas americanas para Taiwan, a ilha governada democraticamente e reivindicada pela China.










