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G7 diz que não reconhecerá fronteiras modificadas à força pela Rússia

Chefe da diplomacia alemã insisti que a Ucrânia deve "decidir por conta própria" sobre o assunto

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SBT News
14/05/2022, 13:29 • Atualizado em 31/10/2023, 02:03
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guerra na ucrânia

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Os ministros das Relações Exteriores do G7, bloco que reúne às sete nações mais ricas do planeta, declararam, neste sábado (14.mai), que grupo "nunca reconhecerá" as fronteiras que a Rússia deseja impor à força em sua guerra na Ucrânia. A chefe da diplomacia alemã, Annalena Baerbock, insistiu que a Ucrânia deve "decidir por conta própria" sobre o assunto "porque é seu território".

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"Nunca reconheceremos as fronteiras que a Rússia tenta mudar com sua intervenção militar", afirmaram os ministros em um comunicado divulgado após a reunião em Wangels, norte da Alemanha.

"Vamos manter nosso compromisso de apoiar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, incluindo a Crimeia", acrescenta a nota.

Os ministros voltaram a pedir à Rússia que "acabem com a guerra que começou sem provocação (por parte da Ucrânia) e com o sofrimento trágico e as perdas de vidas humanas que continua provocando".

Também pediram a Belarus que "pare de facilitar a intervenção da Rússia e respeite seus compromissos internacionais".

Os sete países (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) também condenaram "as ameaças irresponsáveis do uso de armas químicas, biológicas ou nucleares" por parte do presidente russo Vladimir Putin.

Os líderes do bloco também concordaram em "ampliar as sanções" econômicas contra Moscou por sua invasão do território ucraniano para "setores nos quais a Rússia é particularmente dependente" e pediu ao governo da China para "não minar" as medidas punitivas.

"Pedimos à China que não ajude a Rússia em sua guerra de agressão contra a Ucrânia, para não minar as sanções impostas à Rússia por seu ataque contra a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, que não justifique a ação da Rússia na Ucrânia e que renuncie à manipulação da informação, à desinformação e outras medidas para legitimar a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia", afirma o comunicado final.

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