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Justiça

Justiça arquiva inquérito sem chegar a autor de difamação contra Doria

Promotor aponta que não foram encontrado os autores que divulgaram o conteúdo e não confirma a imagem dos envolvidos no vídeo de orgia

Imagem da noticia Justiça arquiva inquérito sem chegar a autor de difamação contra Doria
frame do suposto video que estaria doria
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A Justiça Eleitoral arquivou na noite de 2ªfeira (15.mar) o inquérito que investiga autor de difamação contra o governador de São Paulo, João Doria.  

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A notícia-crime com o parecer das imagens, realizado por uma empresa particular, foi protocolado na Polícia Federal pelo próprio Doria, em 24 de outubro de 2018, quando era candidato ao governo paulista, sob alegação de suposta prática de difamação eleitoral.

No relatório cita que o então candidato ao governo de São Paulo, narrou que 'pessoas não identificadas teriam divulgado nas redes sociais um vídeo de práticas sexuais coletivas envolvendo seis mulheres e um homem que fisicamente aparentava com ele', além de um outro vídeo que 'continha as mesmas imagens sexuais, além de recortes de seus discursos e frases pejorativas sobre sua pessoa'.

O vídeo viralizou nas redes sociais horas antes do debate para o governo de São Paulo, que foi realizado no SBT

Durante o debate, Doria foi perguntado sobre o vídeo e ele disse que ficou 'impactado' e que 'acionaria a justiça'.

"Um absurdo o fake news e o nível que atingiu a ponto de agredir a minha família, agredir a mim pessoalmente com situações de modificações de imagens e por isso nós tomamos medidas judiciais no plano criminal"

"Fiquei impactado e não imaginava que a campanha poderia chegar a este nível. Não estou fazendo acusações ao meu adversário, mas esse tipo de conduta em uma campanha política é absolutamente condenável, seja para quem for, de um lado ou de outro", disse o Doria à época no debate do SBT.

No documento do Ministério Público Eleitoral a qual a reportagem do SBT News teve acesso mostra que não há como apontar autores e não foi possível identificar quem estava no vídeo por conta da baixa qualidade das imagens que foram publicadas.

"As imagens extraídas do material questionado têm baixa definição nas regiões de interesse e a baixa iluminação, além de ângulos de enquadramento e as distâncias que não favorecem a identificação de pessoas. Por isso, não se conseguiu identificar aquelas pessoas", diz trecho do relatório do Ministério Público Eleitoral.

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