Marinho propõe parceria com EUA contra facções no Rio
Candidato do Novo cita FBI e outras agências americanas para intercâmbio com polícias do Rio e declara voto em Romeu Zema
Emanuelle Menezes
André Marinho (Novo), candidato ao governo do Rio de Janeiro, defendeu nesta segunda-feira (7) uma cooperação entre as forças de segurança fluminenses e agências dos Estados Unidos para enfrentar facções criminosas. Em sabatina no SBT News, ele afirmou que pretende buscar intercâmbio de inteligência e tecnologia com órgãos como FBI e CIA caso seja eleito.
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Marinho argumentou que as organizações criminosas avançaram em estrutura, tecnologia e capacidade operacional enquanto as forças de segurança do Rio de Janeiro ficaram para trás.
“A gente tá na idade da pedra em termos de tecnologia, de equipamento e inteligência operacional”, afirmou.
O candidato citou como exemplo uma visita a Rio das Pedras, na zona oeste da capital fluminense, área historicamente marcada pela atuação de milícias.
“É de chorar de pena. Nossos policiais ficaram para trás enquanto o crime se organizou brutalmente, se sofisticou e ficou mais atrevido. Eu quero deixar claro que no nosso governo bandido vai voltar a ter medo e o cidadão vai poder voltar a ficar em paz finalmente”, disse.
Para tentar reduzir essa diferença, Marinho propõe uma cooperação internacional com os Estados Unidos que, segundo ele, preservaria o comando das operações com autoridades brasileiras.
“A gente precisa se apoiar na maior potência militar, articulação e interlocução essa que eu vou estar colocando a disposição para esse intercâmbio inter-agências. O governador do estado pode fazer isso, ou seja, DEA, ATF, Homeland Security, FBI, CIA, ajudando nesse compartilhamento direto com as instâncias da Polícia Civil, da Polícia Militar”, afirmou.
Marinho declara voto em Romeu Zema
Questionado sobre a relação com a família Bolsonaro e sobre sua independência política, Marinho afirmou que votará no governador de Minas Gerais e presidenciável do Novo, Romeu Zema, para presidente.
O candidato, no entanto, disse receber apoio de eleitores que pretendem escolher Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e votar nele para o governo do Rio.
“Tenho recebido o apoio de muitos cantos aqui do estado do Rio de Janeiro, de pessoas que pretendem votar em Flávio Bolsonaro para a presidência e, a mim, para o governo, exatamente por notar que essa seria provavelmente a dupla que teria maior sucesso em fazer essa guerra por amor. Amor de libertar todos os povos tão oprimidos há tanto tempo sob a lei do fuzil que o PT e a esquerda criaram, né? Eles são os narconacionalistas, defendem a soberania do fuzil”, disse.
Apesar da afirmação de Marinho, o único governo do estado do Rio de Janeiro comandado por uma integrante do PT foi o de Benedita da Silva, que assumiu o Palácio Guanabara em abril de 2002, após a renúncia de Anthony Garotinho, e permaneceu no cargo até janeiro de 2003, completando o mandato.
Marinho propõe parceria com EUA contra facções no RioCandidato do Novo cita FBI e outras agências americanas para intercâmbio com polícias do Rio e declara voto em Romeu ZemaEleições2026-09-07T17:33:54.323ZAndré Marinho (Novo), candidato ao governo do Rio de Janeiro, defendeu nesta segunda-feira (7) uma cooperação entre as forças de segurança fluminenses e agências dos Estados Unidos para enfrentar facções criminosas. Em sabatina no SBT News, ele afirmou que pretende buscar intercâmbio de inteligência e tecnologia com órgãos como FBI e CIA caso seja eleito. Marinho argumentou que as organizações criminosas avançaram em estrutura, tecnologia e capacidade operacional enquanto as forças de segurança do Rio de Janeiro ficaram para trás. “A gente tá na idade da pedra em termos de tecnologia, de equipamento e inteligência operacional”, afirmou. O candidato citou como exemplo uma visita a Rio das Pedras, na zona oeste da capital fluminense, área historicamente marcada pela atuação de milícias. “É de chorar de pena. Nossos policiais ficaram para trás enquanto o crime se organizou brutalmente, se sofisticou e ficou mais atrevido. Eu quero deixar claro que no nosso governo bandido vai voltar a ter medo e o cidadão vai poder voltar a ficar em paz finalmente”, disse. Para tentar reduzir essa diferença, Marinho propõe uma cooperação internacional com os Estados Unidos que, segundo ele, preservaria o comando das operações com autoridades brasileiras. “A gente precisa se apoiar na maior potência militar, articulação e interlocução essa que eu vou estar colocando a disposição para esse intercâmbio inter-agências. O governador do estado pode fazer isso, ou seja, DEA, ATF, Homeland Security, FBI, CIA, ajudando nesse compartilhamento direto com as instâncias da Polícia Civil, da Polícia Militar”, afirmou. Marinho declara voto em Romeu Zema Questionado sobre a relação com a família Bolsonaro e sobre sua independência política, Marinho afirmou que votará no governador de Minas Gerais e presidenciável do Novo, Romeu Zema, para presidente. O candidato, no entanto, disse receber apoio de eleitores que pretendem escolher Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e votar nele para o governo do Rio. “Tenho recebido o apoio de muitos cantos aqui do estado do Rio de Janeiro, de pessoas que pretendem votar em Flávio Bolsonaro para a presidência e, a mim, para o governo, exatamente por notar que essa seria provavelmente a dupla que teria maior sucesso em fazer essa guerra por amor. Amor de libertar todos os povos tão oprimidos há tanto tempo sob a lei do fuzil que o PT e a esquerda criaram, né? Eles são os narconacionalistas, defendem a soberania do fuzil”, disse. Apesar da afirmação de Marinho, o único governo do estado do Rio de Janeiro comandado por uma integrante do PT foi o de Benedita da Silva, que assumiu o Palácio Guanabara em abril de 2002, após a renúncia de Anthony Garotinho, e permaneceu no cargo até janeiro de 2003, completando o mandato.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/marinho-propoe-parceria-com-eua-contra-faccoes-no-rio
Chefes do STF e do Congresso assistem ao evento na 1ª fileira, ao lado do presidente; o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não participa da solenidade