TSE arquiva ações que pediam cassação de chapa Bolsonaro-Mourão
Campanha era acusada de fazer disparos indevidos em massa por WhatsApp

Sessão do TSE foi realizada por videoconferência. Foto: Reprodução
Os processos acusavam a chapa de abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação pelo envio de disparos em massa via WhatsApp para divulgação da candidatura e ataques a adversários. O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan e apoiador de Bolsonaro, também era acusado.
O relator do caso, o ministro Luís Felipe Salomão, votou contra a continuidade das ações, alegando que as provas não eram suficientes. Outros cinco ministros da Corte eleitoral acompanharam o entendimento de Salomão: Mauro Campbell Marques, Tarcísio Vieira, Sérgio Banhos, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.
O voto divergente foi do ministro Edson Fachin. Defendeu que as ações deveriam ser analisadas em conjunto com duas outras, protocoladas pela coligação Povo Feliz de Novo (PT, PCdoB e PROS, que apoiaram o candidato Fernando Haddad), e que deve ser reaberta a fase de produção de provas.














