Velório de Manoel Carlos será restrito a amigos e familiares
Autor de novelas morreu nesse sábado (10) no Rio de Janeiro; causa da morte ainda é desconhecida
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Gabriela Vieira
Manoel Carlos | Reprodução/ X/ @EliseWilshaw1
O velório do autor de novelas, Manoel Carlos, será fechado, restrito a familiares e amigos próximos. O escritor morreu nesse sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte, no entanto, não foi divulgada.
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A informação foi publicada pela produtora da família, a Boa Palavra, que informou que os familiares agradecem "as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado".
A atriz Regina Duarte interpretou uma das "Helenas", as famosas protagonistas das novelas de Manoel Carlos. Ela interpretou o papel três vezes em diferentes novelas, incluindo "História de Amor" (1995), "Por Amor" (1997) e "Páginas da Vida" (2006).
Em publicação nas redes sociais, Regina Duarte lamentou a morte do autor e relembrou seu legado. "Maneco foi o pai das Helenas, das antagonistas perfeitas e filhas marcantes. Registrou em nós, amantes da teledramaturgia, um amor inexplicável pela realidade de tantas histórias", disse.
"As Helenas são espetaculares e chamar a atenção da censura com uma simples frase —'Dói, mas só até sangrar'— mostra que a genialidade do Maneco atravessava fronteiras. Ousado, irreverente, poeta, cronista, o deus da palavra que salta na língua, o homem que nos apresentou a maravilha do bairro Leblon. O grande Manoel Carlos. Vamos sentir sua falta e amar para sempre o teu legado", acrescentou.
Outras "Helenas" também se despediram de Manoel Carlos por meio das redes sociais. Taís Araújo, que participou da novela "Viver a Vida" (2009), agradeceu o escritor por ter acreditado nela e disse que "seu legado na teledramaturgia jamais será esquecido".
Taís Araujo se despede de Manoel Carlos
Conhecido como Maneco, Manoel Carlos começou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Na vida de Maitê Proença, que também foi Helena em "Felicidade" (1991), o escritor deixou sua marca de saudade. Em seu instagram, a atriz lamentou: "Ah, Maneco adorado, voe bem leve, voe para paz. Leve junto nosso imenso amor e admiração".
As personagens que foram nomeadas como "Helena" representavam mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio. Ao Fantástico, em 2014, ele explicou o motivo do nome.
“Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, disse.
Velório de Manoel Carlos será restrito a amigos e familiares Autor de novelas morreu nesse sábado (10) no Rio de Janeiro; causa da morte ainda é desconhecida Brasil2026-01-11T12:25:10.892ZO velório do autor de novelas, Manoel Carlos, será fechado, restrito a familiares e amigos próximos. O escritor morreu nesse sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte, no entanto, não foi divulgada. A informação foi publicada pela produtora da família, a Boa Palavra, que informou que os familiares agradecem "as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado". A atriz Regina Duarte interpretou uma das "Helenas", as famosas protagonistas das novelas de Manoel Carlos. Ela interpretou o papel três vezes em diferentes novelas, incluindo "História de Amor" (1995), "Por Amor" (1997) e "Páginas da Vida" (2006). Em publicação nas redes sociais, Regina Duarte lamentou a morte do autor e relembrou seu legado. "Maneco foi o pai das Helenas, das antagonistas perfeitas e filhas marcantes. Registrou em nós, amantes da teledramaturgia, um amor inexplicável pela realidade de tantas histórias", disse. "As Helenas são espetaculares e chamar a atenção da censura com uma simples frase —'Dói, mas só até sangrar'— mostra que a genialidade do Maneco atravessava fronteiras. Ousado, irreverente, poeta, cronista, o deus da palavra que salta na língua, o homem que nos apresentou a maravilha do bairro Leblon. O grande Manoel Carlos. Vamos sentir sua falta e amar para sempre o teu legado", acrescentou. Outras "Helenas" também se despediram de Manoel Carlos por meio das redes sociais. Taís Araújo, que participou da novela "Viver a Vida" (2009), agradeceu o escritor por ter acreditado nela e disse que "seu legado na teledramaturgia jamais será esquecido". Conhecido como Maneco, Manoel Carlos começou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Na vida de Maitê Proença, que também foi Helena em "Felicidade" (1991), o escritor deixou sua marca de saudade. Em seu instagram, a atriz lamentou: "Ah, Maneco adorado, voe bem leve, voe para paz. Leve junto nosso imenso amor e admiração". As personagens que foram nomeadas como "Helena" representavam mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio. Ao Fantástico, em 2014, ele explicou o motivo do nome. “Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, disse. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/velorio-de-manoel-carlos-sera-restrito-a-amigos-e-familiares
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