Taxista coloca placa proibindo uso de celular em viagens
Motorista criou aviso para pedir que clientes evitem usar o telefone em áreas consideradas perigosas e defende mudanças nas regras para películas automotivas
SBT Cidades
Uma taxista de São Paulo passou a alertar os passageiros sobre o risco de usar o celular durante as corridas, especialmente em pontos conhecidos pela atuação de criminosos que quebram vidros de veículos para roubar aparelhos.
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A motorista instalou uma placa dentro do carro pedindo que os passageiros evitem utilizar o telefone durante a viagem em áreas de maior risco.
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“Caso use seu telefone, eu irei abrir o vidro para evitar que o mesmo seja quebrado e me cause outro prejuízo”, diz o aviso colocado no veículo.
Taxista já foi vítima de ataque
Em entrevista ao SBT, a motorista contou que já teve o vidro do carro quebrado durante um assalto.
“Já quebraram o meu vidro, tomaram o celular da mão da passageira e inclusive machucaram a mão dela”, relatou.
Segundo ela, embora tivesse seguro, não poderia deixar o veículo parado por vários dias, porque o carro é sua ferramenta de trabalho.
A motorista afirmou que precisou arcar com o reparo do vidro e, depois, instalou uma película antivandalismo para aumentar a proteção do veículo.
Aviso tenta evitar novos prejuízos
A taxista explicou que decidiu colocar a placa depois do episódio. Segundo ela, muitos passageiros precisam usar o celular para trabalhar ou avisar familiares, mas a recomendação é evitar o aparelho em locais onde há maior risco de assalto.
“Às vezes eles precisam mandar um e-mail, algum comunicado para alguém ou até para a própria família, porque a maioria das pessoas é de fora. Então, nos pontos perigosos, eu peço para não usar”, afirmou.
Ela disse ainda que, quando algum passageiro insiste em utilizar o telefone em uma área de risco, costuma baixar os vidros e travar as portas como medida preventiva.
“Eu não posso perder, porque no final quem fica no prejuízo somos nós”, declarou.
A taxista também afirmou que gostaria de instalar uma película mais escura para dificultar a visualização do interior do carro, mas que esse tipo de material não é autorizado pelas regras atuais.
Por isso, ela pediu que a Prefeitura de São Paulo reavalie a legislação e adote medidas que ofereçam mais segurança a taxistas e passageiros.
A cidade já possui regras específicas para o uso de películas antivandalismo em táxis. A regulamentação permite o material de proteção, mas estabelece restrições para películas refletivas, espelhadas ou que prejudiquem a visibilidade.
Gangue do quebra-vidro preocupa motoristas
Os ataques praticados por criminosos que quebram vidros de carros para roubar celulares se tornaram uma preocupação para motoristas e passageiros em São Paulo.
A ação costuma ocorrer quando os veículos estão parados no trânsito ou em semáforos. Os criminosos aproveitam o momento em que o aparelho está visível e fogem rapidamente após o roubo.
Além do prejuízo com o celular, os motoristas precisam arcar com o conserto dos vidros e podem ficar sem trabalhar enquanto o veículo passa por manutenção.
Taxista coloca placa proibindo uso de celular em viagensMotorista criou aviso para pedir que clientes evitem usar o telefone em áreas consideradas perigosas e defende mudanças nas regras para películas automotivasBrasil2026-08-21T23:07:25.671ZUma taxista de São Paulo passou a alertar os passageiros sobre o risco de usar o celular durante as corridas, especialmente em pontos conhecidos pela atuação de criminosos que quebram vidros de veículos para roubar aparelhos. A motorista instalou uma placa dentro do carro pedindo que os passageiros evitem utilizar o telefone durante a viagem em áreas de maior risco. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Caso use seu telefone, eu irei abrir o vidro para evitar que o mesmo seja quebrado e me cause outro prejuízo”, diz o aviso colocado no veículo. Taxista já foi vítima de ataque Em entrevista ao SBT, a motorista contou que já teve o vidro do carro quebrado durante um assalto. “Já quebraram o meu vidro, tomaram o celular da mão da passageira e inclusive machucaram a mão dela”, relatou. Segundo ela, embora tivesse seguro, não poderia deixar o veículo parado por vários dias, porque o carro é sua ferramenta de trabalho. A motorista afirmou que precisou arcar com o reparo do vidro e, depois, instalou uma película antivandalismo para aumentar a proteção do veículo. Aviso tenta evitar novos prejuízos A taxista explicou que decidiu colocar a placa depois do episódio. Segundo ela, muitos passageiros precisam usar o celular para trabalhar ou avisar familiares, mas a recomendação é evitar o aparelho em locais onde há maior risco de assalto. “Às vezes eles precisam mandar um e-mail, algum comunicado para alguém ou até para a própria família, porque a maioria das pessoas é de fora. Então, nos pontos perigosos, eu peço para não usar”, afirmou. Ela disse ainda que, quando algum passageiro insiste em utilizar o telefone em uma área de risco, costuma baixar os vidros e travar as portas como medida preventiva. “Eu não posso perder, porque no final quem fica no prejuízo somos nós”, declarou. A taxista também afirmou que gostaria de instalar uma película mais escura para dificultar a visualização do interior do carro, mas que esse tipo de material não é autorizado pelas regras atuais. Por isso, ela pediu que a Prefeitura de São Paulo reavalie a legislação e adote medidas que ofereçam mais segurança a taxistas e passageiros. A cidade já possui regras específicas para o uso de películas antivandalismo em táxis. A regulamentação permite o material de proteção, mas estabelece restrições para películas refletivas, espelhadas ou que prejudiquem a visibilidade. Gangue do quebra-vidro preocupa motoristas Os ataques praticados por criminosos que quebram vidros de carros para roubar celulares se tornaram uma preocupação para motoristas e passageiros em São Paulo. A ação costuma ocorrer quando os veículos estão parados no trânsito ou em semáforos. Os criminosos aproveitam o momento em que o aparelho está visível e fogem rapidamente após o roubo. Além do prejuízo com o celular, os motoristas precisam arcar com o conserto dos vidros e podem ficar sem trabalhar enquanto o veículo passa por manutenção.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/taxista-coloca-placa-proibindo-uso-de-celular-em-viagens
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