Visitas ao veterinário a cada 6 meses garantem mais qualidade de vida aos animais
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Primeiro Impacto
16/02/2024, 01:32 • Atualizado em 16/02/2024, 01:32
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A cadela Kimi, de 11 anos. Foto: Reprodução
A idade chega pra todo mundo, até para os pets. A cadela Nulli Ellen, no auge dos seus 11 anos, já de barbinha branca, tem uma dificuldade de locomoção e conta uma rede de apoio enorme.
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Quando os pets chegam na fase idosa, acima dos 7 anos, principalmente para cães e gatos, alguns hábitos mudam, como as visitas ao veterinário. O que antes era a cada 2 anos passa para 6 meses, o que segundo especialistas garante mais qualidade de vida aos animais.
Veja a reportagem completa:
Kimi por exemplo tem 11 anos, uma "chow chow" meio reservada, na dela, afinal é uma senhora. Ela passou a fazer visitas mais frequentes ao veterinário para tratar artrose e assim poder retomar um pouco da rotina.
“A gente percebeu que ela ficou muito deitada, quer ficar na dela. E com o tratamento, ela voltou a participar com a gente. Você percebe que mudou bastante a rotina dela de uns 3 meses pra cá”, conta o designer Fabio Strabelli, tutor da Kimi.
Ver os fiéis companheiros envelhecendo nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque com a idade avançada vêm também algumas doenças e limitações.
Max, o cão da raça "shiba inu", conta com mais de 26 mil seguidores em uma rede social. A família compartilha em vídeos a rotina dele, que foi diagnosticado com Alzheimer.
“Ele foi fazer uma cirurgia com um problema nos olhos e retornou com sintomas estranhos. Trocando a noite pelo dia. Ele dormia de dia e a noite ficava acordado. Passava a noite latindo, gritando Esses foram os sintomas principais”, diz o tutor de Max, Josué Neres.
Na busca por tratamentos alternativos que pudessem trazer mais conforto e bem estar pro Max os tutores encontraram um caminho.
Filho de Josué, o médico Erick Neres conta que aplicou conhecimento para humanos para tentar ajudar o pet da família. “Eu pensei: se fosse um paciente meu, como eu iria tratar dele? Aí comecei a acrescentar alguns suplementos para o Max. Baixou consideravelmente as crises que ele tem.”
Com tantos relatos de pais de pets preocupados em proporcionar tranquilidade e sossego para seus filhos de quatro patas, dá para dizer que dedicação e amor vão acompanhando o avançar da idade.
Confira como cuidar bem de um pet idosoVisitas ao veterinário a cada 6 meses garantem mais qualidade de vida aos animaisBrasil2024-02-16T01:32:06.584ZA idade chega pra todo mundo, até para os pets. A cadela Nulli Ellen, no auge dos seus 11 anos, já de barbinha branca, tem uma dificuldade de locomoção e conta uma rede de apoio enorme. Quando os pets chegam na fase idosa, acima dos 7 anos, principalmente para cães e gatos, alguns hábitos mudam, como as visitas ao veterinário. O que antes era a cada 2 anos passa para 6 meses, o que segundo especialistas garante mais qualidade de vida aos animais. Veja a reportagem completa: Kimi por exemplo tem 11 anos, uma "chow chow" meio reservada, na dela, afinal é uma senhora. Ela passou a fazer visitas mais frequentes ao veterinário para tratar artrose e assim poder retomar um pouco da rotina. “A gente percebeu que ela ficou muito deitada, quer ficar na dela. E com o tratamento, ela voltou a participar com a gente. Você percebe que mudou bastante a rotina dela de uns 3 meses pra cá”, conta o designer Fabio Strabelli, tutor da Kimi. Ver os fiéis companheiros envelhecendo nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque com a idade avançada vêm também algumas doenças e limitações. Max, o cão da raça "shiba inu", conta com mais de 26 mil seguidores em uma rede social. A família compartilha em vídeos a rotina dele, que foi diagnosticado com Alzheimer. “Ele foi fazer uma cirurgia com um problema nos olhos e retornou com sintomas estranhos. Trocando a noite pelo dia. Ele dormia de dia e a noite ficava acordado. Passava a noite latindo, gritando Esses foram os sintomas principais”, diz o tutor de Max, Josué Neres. Na busca por tratamentos alternativos que pudessem trazer mais conforto e bem estar pro Max os tutores encontraram um caminho. Filho de Josué, o médico Erick Neres conta que aplicou conhecimento para humanos para tentar ajudar o pet da família. “Eu pensei: se fosse um paciente meu, como eu iria tratar dele? Aí comecei a acrescentar alguns suplementos para o Max. Baixou consideravelmente as crises que ele tem.” Com tantos relatos de pais de pets preocupados em proporcionar tranquilidade e sossego para seus filhos de quatro patas, dá para dizer que dedicação e amor vão acompanhando o avançar da idade.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/confira-como-cuidar-bem-de-um-pet-idoso