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Prefeitura pede que Enel seja responsabilizada e multada por apagão em SP

Gestão municipal acusou concessionária de negligência no restabelecimento de energia

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Reprodução
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A Prefeitura de São Paulo enviou, na noite de 4ª feira (8.nov), ofícios ao Procon e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) cobrando responsabilidade e pedindo aplicação de multa contra a Enel, empresa responsável pelo fornecimento de energia na cidade. A medida ocorre devido à demora da concessionária em restabelecer o serviço após as fortes chuvas do último dia 3, que deixaram milhares de imóveis sem energia por dias.

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No ofício, a prefeitura solicita que sejam adotadas medidas administrativas, a fim que a Enel receba multa pelo transtorno causado aos moradores da capital, tendo em vista a "evidenciada negligência" no restabelecimento de energia. "Tal negligência pode se comprovar em simples comparação das respostas de outras concessionárias que, em muitos casos, restabeleceram a energia em menos de 24 horas", alegou a gestão.

A interrupção de energia elétrica ocorreu na última 6ª feira (3.nov), quando o estado de São Paulo foi atingido por um forte temporal com rajadas de ventos de mais de 100 km/h. A força da chuva derrubou centenas de árvores, que provocaram graves danos à infraestrutura elétrica. Em reunião com o prefeito Ricardo Nunes, a Enel havia assumido o compromisso de normalizar o serviço até 3ª feira (7.nov), o que não foi cumprido.

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Com a demora, moradores começaram a sair nas ruas para protestar contra a demora da concessionária em resolver o problema, uma vez que a falta de energia resultou em diversos problemas, como o desperdício de alimentos refrigerados. Em meio ao cenário, o Ministério Público e a Defensoria Pública de São Paulo informaram que irão abrir uma investigação para apurar se houve omissão da concessionária nas operações de reparo.

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