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Queiroga: "Liberdade é nossas crianças livres de doenças evitáveis por vacinas"

Ministro da Saúde fez apelo para vacinação contra a poliomielite e sarampo

Queiroga: "Liberdade é nossas crianças livres de doenças evitáveis por vacinas"
Homem branco, de cabelos brancos, segurando dose de vacina para aplicar em criança negra, carregada no colo por mulhe rnegra
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O Ministro da Saúde Marcelo Queiroga participou, na manhã de sábado (20.ago), do início do Dia D da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite em Ouro Preto (MG). Queiroga relacionou os fatos históricos da cidade, encabeçados por Tiradentes, com "liberdade" e que "liberdade também é ter nossas crianças livres de doenças evitáveis por vacinas". 

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"Essa cidade simboliza a liberdade. Nada é mais importante que a nossa liberdade. Foi assim que, no século XVII, Tiradentes plantou a semente daquilo que hoje é o nosso Brasil, que em 2022 completa 200 anos da sua independência política", afirmou, complementando com a fala sobre as crianças. 

A campanha de vacinação contra a pólio para crianças menores de cinco anos também inclui a multivacinação para menores de 15. Segundo o Ministério da Saúde, a meta é vacinar aproximadamente 15 milhões de pessoas do público-alvo. 

"É inaceitável que nos dias de hoje que doenças tão antigas, como a pólio e o sarampo, ainda possam ameaçar as crianças do Brasil", disse Queiroga. Paraibano, o ministro ressaltou que o estado natal é o que menos vacinou na região nordeste (46,2%), sendo a última unidade da federação a registrar um caso da doença, em 1989.  

Outras doenças 

O ministro considerou "um dever de todos e do Estado" aplicar os imunizantes para que as doenças não voltem. A meta é vacinar, pelo menos, 95% do público-alvo. De acordo com Queiroga, "é possível que esse ano o Brasil fique livre" do sarampo, dizendo que os casos da doença voltaram a surgir depois de 2009 e que a pasta "fez várias ações". 

Tendência mundial, a cobertura vacinal tem apresentado baixas em todo o mundo. Sobre o tema, o mandatário da Saúde pontuou que a situação é "paradoxal, porque à medida que as pessoas se sentem protegidas, elas se esquecem que a proteção vem da prevenção". 

Querioga também citou a pandemia de covid-19 e disse que o país superou "a maior emergência de saúde pública" com apoio do Sistema Único de Saúde (SUS). O Brasil, até a última 6ª feira (20.ago), registrou 682.358 óbitos por conta do vírus

Considerada "preocupante" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a situação da monkeypox (ou varíola dos macacos) no país foi brevemente falada pelo ministro, considerando que a doença foi "um desafio que nem imaginamos".  

Queiroga afirmou que "não sabemos porque essa doença passou a afetar países da Europa e da América", relacionando com os casos "endêmicos desde 1976" na África e na República Democrática do Congo, e que "precisamos trabalhar para que essa doença não cause problema entre nós". O surto da doença já atingiu pouco mais de 35 mil casos, sendo 3,1 mil no Brasil. 

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