Saúde

Cansaço sem fim? Terapia com luz ajuda na fadiga crônica e no esgotamento

A luz vermelha e a infravermelha modulam a função celular e ajudam a recuperar vitalidade, disposição e clareza mental

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Depressão afeta 5,8% dos brasileiros, segundo OMS | Marcelo Camargo/Agência Brasil

A sensação de estar permanentemente cansado tornou-se tão comum que muitos já a tratam como parte inevitável da rotina moderna. Entre demandas profissionais, pouco sono, alimentação inadequada e estresse contínuo, o corpo entra em estado de alerta constante, capaz de reduzir a energia, afetar o humor e comprometer a produtividade. Nesse cenário, a medicina biofotônica desponta como uma ferramenta eficaz para quem convive com fadiga crônica ou esgotamento físico, especialmente porque atua diretamente na base do problema: o funcionamento celular.

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Mitocôndrias em queda de desempenho - e como a luz interfere nesse processo

Grande parte da fadiga crônica está ligada à disfunção mitocondrial. As mitocôndrias são as "usinas" das células, responsáveis por produzir ATP, a principal fonte de energia do corpo. Quando elas não funcionam bem, o organismo perde desempenho, o raciocínio fica mais lento e a sensação de cansaço se torna constante. A fotobiomodulação utiliza luz vermelha e infravermelha para estimular essas estruturas, aumentando a eficiência do metabolismo e melhorando a produção de energia. O resultado aparece de forma gradual: mais vitalidade, maior clareza mental e uma sensação renovada de bem-estar.

Além disso, a luz reduz processos inflamatórios que se acumulam com o estresse e o sedentarismo, e melhora a microcirculação, facilitando a entrega de oxigênio e nutrientes aos tecidos. Esses efeitos combinados ajudam o corpo a sair do ciclo de exaustão prolongada.

A luz como aliada na recuperação física, cognitiva e emocional

Para muitas pessoas, a fadiga não vem apenas do esforço físico, mas da sobrecarga mental. A biofotônica atua também nesse aspecto, favorecendo a regulação do ritmo circadiano e auxiliando na qualidade do sono. Dormir melhor significa reparar as células com mais eficiência e repor energia para o dia seguinte.

Pacientes que adotam a luz como parte do cuidado relatam melhora na disposição, redução da dor muscular, mais ânimo para treinar e desempenho cognitivo mais estável. Para atletas ou praticantes de atividade física, a fotobiomodulação acelera a recuperação pós-exercício e diminui a sensação de "peso" muscular, influenciando diretamente a performance.

A luz não substitui hábitos saudáveis, mas os potencializa. Ao ajudar o corpo a funcionar com mais equilíbrio, a medicina biofotônica devolve o que a rotina exige diariamente: energia, foco e resiliência física.

Profa. Dra. Lara Motta - CRBM: 631.77 | CRO: 74.516 - PhD em Ciências da Saúde - UNIFESP

Professora e Pesquisadora em Medicina Biofotônica da Universidade Nove de Julho

Biomédica - Habilitação em Laser e Biofotônica - Membro da Brazil Health

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