Ibovespa hoje: acompanhe o movimento da bolsa e dólar nesta sexta-feira (2)
O Ibovespa opera perto da estabilidade no pregão da primeira sexta-feira do ano, 2, enquanto o dólar cai mais de 1%


Exame.com
O Ibovespa opera perto da estabilidade no primeiro pregão do ano, sexta-feira (2), em alta. Por volta das 12h00, o principal índice da bolsa brasileira tinha leve queda de 0,08%, aos 161.058 pontos. Em 2025, o índice acumulou alta de 34%, com o melhor desempenho desde 2016.
Entre as maiores baixas do Ibovespa estão Minerva(BEEF3)e BRF (MBRF3), que caem 4,86% e 3,15%, respectivamente. Enquanto isso, a JBS (JBSS3) tinha queda de 2,36%.
Já o dólar comercial opera em alta. Às 12h00, a moeda americana subia 0,94%, cotada a R$ 5,436.
Mais cedo, o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) mostrou que a atividade industrial no Brasil encerrou 2025 com a retração mais acentuada em três meses em dezembro, com redução da produção e das encomendas diante da fraqueza da demanda. O índice, compilado pela S&P Global, caiu a 47,6 pontos em dezembro, de 48,8 pontos em novembro, indo mais abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.
À tarde, às 14h30, o mercado acompanha o fluxo cambial semanal, indicador importante para medir a entrada e saída de dólares do país, especialmente em um período de menor liquidez.
O tema ganha relevância após um fim de ano marcado por pressão sobre o câmbio. Com exceção da última sessão de 2025, na terça-feira, 30, quando o dólar recuou e encerrou o ano com desvalorização acumulada de 11,18%, a moeda americana vinha em trajetória de alta, pressionada, entre outros fatores, pelo comportamento do fluxo cambial.
Segundo análise do mercado, em um ambiente típico de fim de ano, com menor profundidade, a demanda sazonal por moeda estrangeira — seja para remessas ao exterior, ajustes de posições ou proteção — tende a ter peso maior na formação do preço.
Um relatório do BTG Pactual, publicado no início de dezembro do ano passado, reforça esse diagnóstico ao apontar que, apesar de novembro ter registrado entradas robustas no comércio exterior — que compensaram uma saída de US$ 3,1 bilhões no segmento financeiro —, dezembro poderia apresentar fluxo líquido negativo.
A estimativa é de uma saída de US$ 6,9 bilhões, concentrada sobretudo em pagamentos de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).









