TSE vai monitorar canal de Lula após regularização
"Exército de Lula" teve vai e vem de decisões; representação movida pelo presidenciável Flávio Bolsonaro perdeu objeto com o cadastro formal do canal

Presidente Lula em ato no Rio Grande do Norte; campanha assume canal "Exército do Lula" | Ricardo Stuckert
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, vê que a ação que levou à derrubada do canal “Exército do Lula” perdeu objeto, após ser formalmente cadastrado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no TSE.
Com isso, o grupo poderá continuar ativo no WhatsApp, mas sob monitoramento.
De acordo com interlocutores de Nunes Marques, a coligação de apoio a Lula pode ser responsabilizada pelos conteúdo postados.
O canal foi criado após resultado das eleições no primeiro turno e conta, atualmente, com mais de 4 milhões de seguidores.
























