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Política

Lula, Eduardo Leite e outros políticos brasileiros lamentam morte de Luis Fernando Verissimo

Presidente diz que escritor foi “um dos maiores nomes da literatura e do jornalismo”; autor morreu por complicações de uma pneumonia

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Luis Fernando Verissimo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou a morte do escritor e cronista Luis Fernando Verissimo, aos 88 anos, neste sábado (30). Em uma publicação no X, Lula destacou que o autor foi “um dos maiores nomes de nossa literatura e nosso jornalismo”.

"Sua descrição bem-humorada da sociedade ganhou espaço nas livrarias e na TV, com a Comédia da Vida Privada. E, como poucos, soube usar a ironia para denunciar a ditadura e o autoritarismo; e defender a democracia", afirmou.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) também se manifestou. Ele disse sentir “a perda do mestre Luís Fernando Veríssimo, brasileiro que ostentou distinção na escrita por meio de suas crônicas e livros que traduziam o Brasil com humor, sátiras e uma inteligência ímpar”.

Outros políticos brasileiros também ressaltaram o legado literário e cultural de Verissimo. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou que “o Rio Grande do Sul e o Brasil perdem um dos grandes nomes da literatura nacional”, e decretou três dias de luto oficial no estado.

“Autor de crônicas inesquecíveis e criador de personagens que se tornaram parte do imaginário brasileiro, Verissimo deixa um legado que permanecerá vivo em suas palavras, sempre atuais e cheias de sensibilidade e humor", disse.

O ministro da Educação, Camilo Santana, também destacou a importância da obra do cronista, afirmando que sua escrita, marcada pelo humor e ironia, foi uma ferramenta “para descrever a nossa realidade e defender a democracia brasileira”.

Do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes lembrou que Verissimo publicou mais de 60 livros e deixou personagens memoráveis. “Jamais nos esqueceremos de personagens como o Analista de Bagé, Ed Mort e a Velhinha de Taubaté”, escreveu.

No Congresso, o líder do governo, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse que, com humor e acidez, o escritor “formou gerações, decifrou nossas contradições e nos ensinou a rir de nós mesmos”.

O líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que Verissimo tinha “um estilo único, capaz de imprimir sua visão de mundo com humor, ironia e leveza”.

Luis Fernando Verissimo morreu aos 88 anos por complicações de uma pneumonia. Ele estava internado na UTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), desde 11 de agosto.

Verissimo enfrentava problemas de saúde há alguns anos. Em 2021, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de conviver com a doença de Parkinson e complicações cardíacas.

O velório do escritor será ainda neste sábado (30), do meio-dia às 18h, no Salão Nobre Júlio de Castilhos, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

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