Lula é reprovado por 50,7% e aprovado por 48,7%, diz pesquisa AtlasIntel
Na avaliação popular, 48,5% afirmam achar governo do presidente ruim ou péssimo, enquanto 47,1% consideram ótimo ou bom

Felipe Moraes
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que 50,7% dos brasileiros desaprovam e 48,7% aprovam desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Levantamento mostra estabilidade nos números do mandatário neste primeiro mês de ano eleitoral. Em dezembro de 2025, índice de reprovação também ficou em 50,7%, enquanto aprovação registrou 48,8%.
Cenário segue dividido na avaliação popular do governo Lula: 48,5% acham ruim ou péssimo, enquanto 47,1% consideram bom ou ótimo; apenas 4,4% responderam regular. Em dezembro, 48,9% diziam achar ruim ou péssimo, 46,5%, bom ou ótimo, e 4,6%, regular.


Pesquisa AtlasIntel ouviu 5.418 entrevistados entre 15 e 20 de janeiro. Margem de erro é de 1 ponto percentual e nível de confiança chega a 95%.
Acertos x erros, risco político e economia: veja outros gráficos
Levantamento também fez perguntas a eleitores sobre outros temas, como acertos e erros do governo Lula neste terceiro mandato, risco político e expectativas para a economia.


A decisão mais bem avaliada, com 86%, é gratuidade para todos os medicamentos e itens do programa Farmácia Popular. Já a mais reprovada, com 59%, envolve imposto sobre compras de até US$ 50 em sites do exterior, apelidado de "taxa das blusinhas".
Na avaliação de risco político para os próximos seis meses, 59% acham "muito provável" que o Brasil enfrente "revelações sobre grandes fraudes ou esquemas de corrupção". Preocupações com segurança pública e violência aparecem logo em seguida: 39% consideram "muito provável" um "aumento de ataques ou assassinatos relacionados a facções criminosas" e 34% citam alta em furtos e assaltos.

Esses temores também se refletem na pergunta sobre "maiores problemas do Brasil hoje em dia", à qual eleitores puderam responder com três opções: corrupção (64,9%) e criminalidade e tráfico de drogas (49,9%) lideram. Mais abaixo, vêm assuntos como "extremismo e polarização política" (25,2%) e economia e inflação (21,2%).












