Economia

Petrobras aprova oito integrantes para o Conselho de Administração

Entre os nomes estão dois questionados pelo Comitê de Elegibilidade da estatal

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A Petrobras renovou nesta 6ª feira (19.ago), em Assembleia, parte dos integrantes do Conselho de Administração da empresa. Seis indicados pelo governo foram eleitos, entre eles, dois nomes questionados pelo Comitê de Elegibilidade da estatal. Outros dois foram apresentados por acionistas minoritários. Ao todo são 11 cadeiras.

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Entre os seis indicados pela união, estão o presidente do Serpro, Gileno Barreto, que também será presidente do conselho, e o próprio presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade. As indicações do secretário-executivo da Casa Civil da Presidência, Jonathan de Castro, e do procurador-geral da Fazenda Nacional, Ricardo de Alencar, geraram polêmica.

Os dois foram reprovados pelo Comitê de Elegibilidade da estatal por conflitos de interesses, já que ocupam cargos no Executivo. Mesmo assim, o governo manteve a indicação e os nomes foram aprovados.

A Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas, Anapetro, já anunciou que vai pedir à Comissão de Valores Mobiliários para anular a Assembleia. A comissão já havia sido acionada para suspender a reunião, mas disse que só iria se posicionar após a eleição. A autarquia, vinculada ao Ministério da Economia, vai apurar se o resultado contraria a lei das estatais.

A Anapetro informou que vai recorrer à Justiça contra a nomeação de pessoas passíveis de conflitos de interesses e sem a necessária formação e experiência no setor de petróleo e gás. Segundo a associação, a decisão pode trazer prejuízos para empresa.

Ainda nesta 6ª feira, o governo enviou um projeto de lei ao Congresso para estimular a competição no mercado de combustíveis. A proposta permite que a infraestrutura de gasodutos da Petrobras para o transporte de petróleo, gás natural e biocombustíveis seja contratada por empresas privadas.

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