Familiares e amigos protestam por jovem morto pela polícia em SP
Marmita de Gabriel foi confundida com arma por policial civil. Manifestação aconteceu no MASP e mãe do rapaz passou mal
Primeiro Impacto
Amigos e familiares protestaram pela morte do jovem Gabriel Hoytil Araújo na última 3ª feira (26.out), no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), região central da capital paulista. A mãe da vítima passou mal e desmaiou durante a manifestação. A data marcou uma semana do assassinato do rapaz.
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Gabriel foi baleado e morto com um tiro na cabeça por um policial civil que confundiu a marmita que o jovem carregava com uma arma.
No protesto, os organizadores encheram 200 marmitas com areia vermelha, representando o sangue derramado pela vítima. A mãe de Gabriel, após passar mal, foi socorrida e levada a um hospital.
O jovem, de 19 anos, estava no morro do Piolho, na zona sul de São Paulo, em meio a uma operação da Polícia Civil contra o tráfico. No momento do crime, Gabriel comia uma marmita que foi confundida com uma arma de fogo. Testemunhas afirmaram que, naquele momento, não havia confronto. A Corregedoria da corporação segue investigando o caso.
O protesto foi organizado pelas instituições Rio de Paz e Mochileiros de Cristo. Os participantes cobraram justiça no caso, além de transparência e rapidez nas investigações.
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