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Sala Lilás: entenda a função desse espaço de atendimento a mulheres que são vítimas de violência

Desde final de abril, Unidades Básicas de Saúde são obrigadas a ter salas. Humanização do atendimento é apontada por especialistas e vítimas como fundamental

Sala Lilás: entenda a função desse espaço de atendimento a mulheres que são vítimas de violência
Sala Lilás instalada pela Prefeitura de Penedo, no Rio de Janeiro
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Uma lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de abril tornou obrigatório que todas as UBS (Unidades Básicas de Saúde) do país tenham uma Sala Lilás. Esses espaços são desenvolvidos para acolher mulheres que são vítimas de violência, com o objetivo de humanizar o atendimento prestado a elas.

Entre janeiro e maio de 2024, 47.141 denúncias de violência contra a mulher foram registradas no Brasil. Especialistas que atuam em ONGs (Organizações Não Governamentais) avaliam que o atendimento humanizado multidisciplinar é fundamental para lidar com os casos.

Em entrevista ao SBT Brasil, de forma anônima, uma dessas vítimas relatou que, quando resolveu procurar ajuda devido às agressões que sofria, o acolhimento que recebeu fez diferença. "Fui atendida com todo o amor e carinho. Acho que todas as mulheres que sofram agressões, sejam elas psicológicas, verbais ou físicas, devem ter um local especializado", afirmou. Esse é o objetivo da universalização dos espaços.

"É muito importante que a gente tenha esse canal e esse acolhimento no SUS. Vamos acolher as mulheres como devem ser acolhidas. Esse é o nosso compromisso de governo", disse a ministra da Saúde, Nísia Trindade, quando a lei foi sancionada. Em todo o país, o funcionamento da Sala Lilás nas unidades de saúde agora depende apenas da adequação das prefeituras.

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