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Biden pretende conversar com Lula sobre guerra na Ucrânia, diz Casa Branca

Assessoria alegou que Brasil vem apoiando principais resoluções para acabar com conflito

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Por Camila Stucaluc
Lula fez uma visita oficial aos Estados Unidos em fevereiro | Ricardo Stuckert

Lula fez uma visita oficial aos Estados Unidos em fevereiro | Ricardo Stuckert

O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, informou, nesta sábado (20.mai), que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pretende se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a cúpula do G7, em Hiroshima, no Japão. O encontro seria para abordar a situação da invasão russa na Ucrânia.

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"O Brasil apoiou várias das principais resoluções da Assembleia Geral da ONU neste conflito. O presidente [Biden] agradecerá ao presidente Lula por isso. E o motivo pelo qual o Brasil os apoiou é porque o elemento subjacente a essas resoluções tem sido esse princípio: a soberania e a integridade territorial da Ucrânia", disse Sullivan.

Segundo o assessor, o principal objetivo da conversa é definir o papel construtivo que o Brasil pode desempenhar nas negociações de paz - congeladas há meses. Ele afirmou que Biden ainda deverá conversar com Lula sobre os resultados dos investimentos norte-americanos no país e com o governo está lidando com a dívida externa.

Além de Biden, há a expectativa que o presidente brasileiro se encontre com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, que foi convidado para a cúpula do G7. Ele chegou a Hiroshima nesta manhã e já se encontrou com representantes do Reino Unido, Itália, França e Alemanha. 

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O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também se reuniu com Zelensky, que pediu que o país abandone a postura neutra em relação à guerra e condene a Rússia pela invasão na Ucrânia. Caso se encontre com Lula, o líder ucraniano pode fazer o mesmo pedido, uma vez que o Brasil segue mantendo-se neutro para colaborar com as negociações de paz de ambos os lados.

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