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Marina Silva solicita reforço na segurança de base do Ibama em RR

Base do órgão na aldeia Palimiú, Terra Indígena Yanomami, foi atacada por garimpeiros na 5ª feira (23)

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Por Emanuelle Menezes
base do Ibama em rio de Roraima

base do Ibama em rio de Roraima

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, solicitou reforço na segurança da base do Ibama em Palimiú, Roraima, após garimpeiros atirarem contra fiscais do órgão, na última 5ª feira (23.fev).

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Marina afirmou que solicitou o apoio do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, e do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, para a segurança dos fiscais do Ibama. Ainda segundo ela, as ações do órgão na região serão intensificadas.

Para a ministra, o ataque é "uma reação à efetividade das operações e à retomada do território pelo Estado, após quatro anos de conivência e abandono".

A base foi inaugurada no início do mês de fevereiro, na aldeia Palimiú, Terra Indígena Yanomami, para impedir a entrada e saída de garimpeiros do local.

Relembre o caso

Criminosos armados, que desciam o rio em sete "voadeiras", furaram o bloqueio montado no rio Uraricoera, na aldeia Palimiú, Terra Indígena Yanomami, em Roraima, e atiraram contra agentes do Ibama que haviam abordado uma das embarcações, na madrugada de 5ª feira (23.fev). Os fiscais revidaram e, durante o tiroteio, um dos garimpeiros ficou ferido.

Os garimpeiros estavam com um carregamento de cassiterita. O minério roubado da terra indígena foi identificado por drones operados pelo Ibama. Após o ataque, os criminosos fugiram.

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